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terça-feira, 27 de abril de 2010

Tertúlia da Associação Casa Álvaro de Campos

Decorreu ontem, 26 de Abril, num restaurante de S. Luzia, Tavira, a primeira de algumas tertúlias programadas pela Associação Casa Álvaro de Campos. Com um carácter eminentemente político, aliado à faceta cultural própria desta associação, a tertúlia foi bastante concorrida, tendo suplantado as expectativas dos organizadores, o que prova que cada vez mais as pessoas estão dispostas a discutir problemas políticos.


Todas as forças políticas, representadas no Concelho, foram convidadas e marcaram presença através dos seus dirigentes locais. Pelo nosso Partido esteve presente o camarada António Gamboa, ali residente, e o camarada Carlos Paisana, que residente em Lisboa, marcou presença na qualidade de amigo de longa data do actual presidente daquela Associação, o Dr. Carlos Lopes.

Convidado para fazer a intervenção que serviria de debate, o presidente da Câmara Municipal de Tavira, Dr. Jorge Botelho, fez o seu balanço dos primeiros 6 meses à frente da autarquia. Ficámos a saber que o actual presidente não tinha conhecimento da real situação da Câmara e que a sua concepção de cidade e de gestão autárquica, não diferem em muito do seu antecessor, Eng. Macário Correia. Também as oposições, na Assembleia Municipal, nada de novo têm a apresentar, a não ser questões de pormenor como saber se a nova via ao trânsito na Praça da República deveria ter sido feita ou não, ou se, o espírito de abertura enunciado pelo presidente, levará a um alargamento do Rio Gilão(?).

As questões essenciais sobre o que deve ser uma cidade no Século XXI, a quem deve servir, como se organiza, como se desenvolve, como capta e mantém as suas forças produtivas, como deve funcionar toda a orgânica de um Concelho, a sua envolvência regional, não foram ali abordadas. As Cidades e Concelhos de Progresso, Cultura e Bem-estar, para os seus munícipes ainda estão longe, mas o futuro pode e deve ser começado a construir agora.

Este tipo de iniciativas e este tipo de associações, são sempre de louvar e apoiar, principalmente numa época em que os valores nos são apresentados como normalizados e prontos a usar. Que mil exemplos deste floresçam!

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