Em 1970 é publicado o jornal "Bandeira Vermelha", como órgão teórico e o "Luta Popular" em 1971, como órgão de massas e órgão central. O MRPP teve um papel preponderante na luta contra a ditadura fascista antes do 25 de Abril de 1974, especialmente entre estudantes e operários. Sofreu a repressão da Pide e outras forças policiais e viu um dos seus mais destacados militantes, Ribeiro Santos um estudante , ser assassinado por aquela polícia política, a 12 de Outubro de 1972. O seu funeral foi uma grande jornada de luta. Houve violentos confrontos com a polícia de choque e populares, começando o regime a mostrar provas de vacilação face às movimentações de massas, já dirigidas pelo MRPP e libertas do espartilho legalista do P"C"P.
Depois do 25 de Abril sofreu a perseguição dos novos fascistas e social-fascistas, tendo o Director do "Luta Popular", sido encarcerado. O argumento foi o artigo com o título “Nem mais um embarque”, onde se apelava à recusa de embarque de soldados para as ex-colónias.
Nas chamadas primeiras eleições livres em Portugal, a 25 de Abril de 1974, o MRPP foi ilegalizado e impedido de participar, tendo na altura apelado ao "boicote activo à farsa eleitoral".
A luta pela Sociedade Socialista, trouxe para a primeira linha de combate os militantes do MRPP que foram os primeiros a opor-se à instauração de uma ditadura social-fascista, intentada pelos revisionistas do P"C"P. Nos campos, nas fábricas , nas escolas, nos quartéis, nos bairros, por todo o lado a acção do MRPP se fazia sentir, estando sempre os seus militantes na crista da luta.
A de 26 de Dezembro de 1976, o MRPP, realizou o seu I Congresso, o da Fundação do Partido e passou a designar-se Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses, com a sigla PCTP/MRPP.